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Mercado livre de energia segue em franco crescimento

Algo que se repete com frequência no Brasil é que, em tempos de chuvas baixas, os reservatórios hidrelétricos do País vão a níveis extremamente baixos e os preços da energia elétrica sobem a ponto de influenciar nos índices de inflação...


Algo que se repete com frequência no Brasil é que, em tempos de chuvas baixas, os reservatórios hidrelétricos do País vão a níveis extremamente baixos e os preços da energia elétrica sobem a ponto de influenciar nos índices de inflação. Alterações nos preços da energia elétrica, neste ano, no mercado cativo, superam 14%, muito acima da inflação, que, nos últimos 12 meses, foi de, aproximadamente, 6,5%.  O mercado livre está protegido dessa volatilidade, a não ser para as empresas que compram parte de suas necessidades no mercado spot.

No mercado livre de energia, os contratos de compra e venda são negociados entre consumidores e os agentes do mercado, diferentemente do ambiente de contratação regulado (mercado cativo), em que o consumidor só pode contratar energia da distribuidora local e pagar os preços definidos por ela.

O mercado livre só pode ser acessado hoje por dois tipos de consumidores: os livres e os especiais. Os consumidores especiais são empresas com demanda por energia entre 500 e 3.000 quilowatts (kW) e só podem adquirir energia gerada por fontes renováveis, como pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), termelétricas à biomassa, fontes solar e eólica.

Os consumidores, para serem considerados livres, devem ter demanda igual ou superior a 3.000 kW. Para eles, não há obrigatoriedade de se adquirir energia de fontes renováveis.

Ao longo de 2017, foram feitas 1.267 adesões de empresas ao mercado livre de energia, cerca de 105 por mês. Em 2015, a média mensal era de oito adesões. Hoje, o País conta com mais de 5.600 empresas atuando no ambiente de contratação livre de energia.

Segundo os cálculos da Associação Brasileira de Comercializadores de Energia Elétrica (Abraceel), as empresas que migraram para o ambiente de contratação livre reduziram os custos de energia em cerca de 18%.

Para migrar, é necessário escolher uma empresa especializada. É importante fazer uma modelagem e um planejamento sobre os consumos atual e futuro de energia. Não é trabalho para principiantes.

A Prime Energy é um dos exemplos de empresas que oferecem todo o suporte para as companhias interessadas em migrar ao mercado livre de energia com maior segurança e dentro de todas as prescrições regulatórias. Para fazer testes de economia na migração, você pode acessar: https://www.primeenergy.com.br/simulacao/


Tags: Abraceel Consumidores Livres Energia Sustentável Mercado Livre de Energia Elétrica

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