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Indústria do interior do Rio Grande do Sul sofre maior aumento nas tarifas de energia elétrica

Setor industrial do interior do Rio Grande do Sul terá o maior reajuste na tarifa de eletricidade no País. A indústria na região já vinha desacelerando com a redução de investimentos e processos de demissão; sintomas que podem [...]


Setor industrial do interior do Rio Grande do Sul terá o maior reajuste na tarifa de eletricidade no País. A indústria na região já vinha desacelerando com a redução de investimentos e processos de demissão; sintomas que podem ser intensificados com o aumento.

Na cidade de Ijuí (82,5 mil habitantes) o reajuste médio foi de 33,7%, ao passo que no restante do País ficará na casa dos 23,4%, considerando setores doméstico e industrial. Entretanto, para a indústria da região, o reajuste atingiu seu pico de aumento: 51%. O maior registrado no Brasil.

“A nossa região (Ijuí e municípios vizinhos) produz cerca de 50% de todas as máquinas agrícolas do País”, disse Marcos Kieling, diretor da ACI (Associação Comercial e Industrial de Ijuí). “A produção de soja e milho já vem enfrentando reduções fortes nos preços do mercado internacional. Ao lado disso, veio o aumento do dólar, que poderia ajudar, mas encareceu o adubo e os defensivos agrícolas, que são importados ou têm componentes vindos de fora.”

Empresários das cidades do entorno de Ijuí passaram a cortar ou adiar projetos de modernização e ampliação das plantas por causa da  desacelaração da economia. Com o novo aumento no custo da energia, a pressão sobre empregados e empregadores só cresce.

“O custo de energia é muito significativo. A indústria aqui ainda não está completamente escandalizada porque o aumento entrou em vigor agora, mas tenho certeza de que, ao chegar a próxima conta de luz, as repercussões serão ainda maiores”, completou Kieling.

A primeira fatura corrigida chegará apenas em abril, mesmo com o reajuste tendo sido aplicado agora.Esse aumento das tarifas deve levar cada vez mais empresários a investir em autogeração. Ou seja, a buscar meios alternativos para obter energia sem pagar pelos aumentos.

A distribuidora Uhenpal (Usina Hidrelétrica Nova Palma) ficou segundo lugar entre os maiores percentuais de reajuste aprovados. Ela atende a oito municípios também no interior do Rio Grande do Sul, e consumidores de alta tensão sentirão impactos de até 46,6% de aumento.


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