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Há 21 anos a economia e o crescimento marcam o mercado livre de energia

  • 29/08/2019

Com atuação no Brasil desde 1998 e com atuais 6,5 mil consumidores no País, o mercado livre de energia tem crescimento constante e grandes prospecções para o futuro. Com a vantagem da escolha da fornecedora...


Com atuação no Brasil desde 1998 e com atuais 6,5 mil consumidores no País, o mercado livre de energia tem crescimento constante e grandes prospecções para o futuro. Com a vantagem da escolha da fornecedora de energia, já foram poupados da conta de luz cerca de R$ 185 bilhões. Há, ainda, uma proposta governamental que abre melhores possibilidades para o campo, incluindo abertura para outros patamares de consumo, podendo atingir 82 milhões de unidades consumidoras a partir de 2024.

A Associação Brasileira dos Comercializadores (Abraceel) divulgou, no dia 13 de agosto, carta que destaca algumas das mais importantes marcas atingidas pelo mercado livre desde a sua implantação no Brasil. Um dos itens que chamam a atenção é a expansão dos parques de geração que possuem 34% das usinas em construção no País, indicando ampliação do Ambiente de Livre Contratação. Atualmente, 80% das indústrias brasileiras optam pelo mercado livre, que já responde por mais de 30% de toda a energia elétrica consumida no País.

De acordo com a Abraceel, as grandes marcas de economia também poderiam beneficiar os clientes de menor consumo, que hoje são impedidos por lei. O valor de economia pode atingir a marca de 29% em grandes e médias empresas. A redução anual dos gastos pode chegar a R$12 bilhões e gerar 420 mil novos empregos, segundo a entidade.

A integração total no mercado livre de consumidores com menor consumo de energia seria finalizada em 2024, na sua quarta fase, ao contemplar os consumidores com carga abaixo de 500 kW. São informações presentes na consulta pública realizada pelo Ministério de Minas e Energia, disponíveis no mês de agosto. Antes de atingir os menores consumos, são propostas três fases. A primeira, em janeiro de 2021, seria a entrada de consumidores com carga igual ou superior a 1.500 kW. Em julho de 2021, os consumidores com carga igual ou superior a 1.000 kW também poderiam participar do mercado. Na terceira fase, em janeiro de 2022, clientes com carga igual ou superior a 500 kW seriam os beneficiados.

O presidente da Abraceel, Reginaldo Medeiros, destaca o respeito aos contratos já firmados com as concessionárias de distribuição, mesmo após a abertura total do mercado em 2024. Atualmente, 80% dos 2 mil consumidores de residências entrevistados pela Pesquisa Nacional do Ibope Inteligência optariam pela escolha do seu fornecedor de energia elétrica.

Segundo o presidente da Abraceel, a expansão da geração, cuja maior parte é de fontes renováveis e limpas, também serve para desbancar a crítica feita ao mercado livre em relação à participação desses consumidores na expansão da oferta de energia elétrica no Brasil. Entre os empreendimentos em construção, estão pequenas centrais hidrelétricas, usinas a biomassa e parques eólicos e solar.


Tags: Energia Mercado Livre de Energia

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