Distribuidoras têm tarifas aprovadas pela Aneel

26/10/2018

Prime Energy
Research

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, no dia 16 de outubro, o aumento médio de 16,12% das tarifas da distribuidora São Paulo Distribuição de Energia (EDP-SP). Esse reajuste de tarifas é anual e passou a valer no dia 23 de outubro, afetando 1,8 milhão consumidores do Estado de São Paulo. O reajuste efetivo será de 15,13% para clientes residenciais (baixa tensão) e de 17,84% para consumidores industriais (alta tensão).

Também entrou em vigor, no mesmo dia, o aumento médio de 19,25% nas tarifas da CPFL Piratininga, que, por sua vez, atinge 1,7 milhão consumidores do interior de São Paulo. Esses clientes de baixa tensão terão reajuste real de 18,70% enquanto os consumidores de alta tensão contarão com aumento de 20,18% nas tarifas. A Aneel declarou que o consumo de energia proporciona à CPFL Piratininga um faturamento anual da ordem de R$ 3,9 bilhões.

 Já no dia 22, um dia antes, passou a valer o aumento médio de 18,54% nas tarifas da Enel Distribuição Goiás (antiga Celg). Os consumidores residenciais e de pequenos comércios ficarão com as tarifas mais caras, em 15,31%, e os consumidores industriais terão reajuste de 26,52% nas suas contas. Esse aumento afeta 2,9 milhões unidades consumidoras do Estado de Goiás.

 No caso da CEB Distribuição (CEB-DIS), a Aneel aprovou também, apesar de entraves da distribuidora, o reajuste tarifário para a concessionária, que valeria a partir do dia 22 de outubro –

uma alta média de 6,50%, com aumentos de 6,15% para os consumidores residenciais e de comércios de pequeno porte e de 7,31% para classe de consumo industrial.

 

 

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