Quais são os desafios do armazenamento de energia solar e sua relação com o curtailment?
Geração Distribuida - 15/01/2026
Prime Energy

A energia solar tem se expandido rapidamente no Brasil, com mais de 3,4 milhões de sistemas instalados, atendendo cerca de 5,3 milhões de unidades consumidoras.
E, mesmo sendo uma das fontes renováveis mais versáteis do ponto de vista da geração, ainda existem alguns desafios: sem a possibilidade de um armazenamento mais acessível, ainda existem obstáculos que prejudicam um melhor aproveitamento da energia no sistema, de uma forma geral.
É importante dizer que os desafios do armazenamento não são exclusivos da energia solar, e sim das energias renováveis como um todo (parques eólicos no Brasil, por exemplo, também enfrentam desafios nesse sentido).
Por que esse armazenamento é um desafio?
A energia solar, por definição, gera energia quando há sol (mais especificamente luz do sol, por isso, mesmo em dias nublados há geração de energia, ainda que menos que nos dias ensolarados de verão). Logicamente, no período noturno, essa produção de energia cessa.
Isso significa que o sistema elétrico enfrenta picos e quedas de produção/consumo. Ainda que vários modelos de geração oriundos da geração distribuída funcionem inserindo a energia gerada em diferentes locais na rede do Sistema Interligado Nacional (SIN), quando há pico de produção em horários de baixo consumo, essa energia não é consumida, o que força o desligamento da produção por parte dos geradores.
E essa ação tem um nome importante no mercado, chamada curtailment.
O que é o curtailment?
Basicamente, o “curtailment” é uma situação em que geradores renováveis precisam desligar suas operações devido à incapacidade do sistema de absorver a energia gerada.
É interessante ressaltar que outras formas de geração, como hidrelétricas ou térmicas, são fontes chamadas “despacháveis” (ou seja, podem ser acionadas conforme a demanda) e, portanto, não sofrem tanto com essa intermitência.
Lembramos ainda que nosso país opera sob três modalidades principais de acesso à energia elétrica: o Sistema Interligado Nacional (SIN), os sistemas isolados e as localidades remotas, em que o acesso à energia ainda é severamente limitado (como é o caso de localidades no estado do Amazonas, por exemplo).
Até 25% de redução na conta de luz faria diferença para a sua empresa em 2026?
É isso o que a Energia por Assinatura possibilita.
A geração própria de energia tem sido uma alternativa encontrada por empresas e consumidores residenciais para economizar nos custos com energia elétrica. Mas, já existem outras soluções disponíveis no mercado que podem gerar benefícios, como a Energia por Assinatura.
Diferente dos modelos tradicionais que envolvem a instalação de painéis solares no próprio local, essa solução permite o acesso à energia proveniente de fontes renováveis sem qualquer obra, investimento inicial ou alteração na infraestrutura do imóvel.
A porcentagem representa a quantidade de economia que você poderá receber diretamente na fatura emitida por sua distribuidora, calculada a partir de uma fórmula matemática auditável considerando dois pontos: a compensação de créditos e a não incidência de bandeiras tarifárias.
Alternativa sem necessidade de instalação, manutenção ou investimento em placas solares
Funciona assim: para todo o kWh compensado na fatura e gerado pela usina o cliente pagará 17% menos do que ele pagaria para a distribuidora. Além disso, a economia pode chegar a até 25% a depender da bandeira tarifária, já que isentamos o cliente desse custo adicional.
O consumidor passa a receber créditos de energia gerados remotamente por usinas solares ou híbridas, que são automaticamente compensados na fatura da distribuidora local.
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Quais seriam os principais benefícios trazidos por tecnologias de armazenamento?
O armazenamento de energia esteve em evidência nos últimos anos no Brasil, com avanços marcantes tanto na capacidade instalada quanto no ambiente regulatório e de negócios.
De acordo com matéria publicada no portal Cenário Energia, até 2030, o país acelera no segmento e deve atrair R$22,5 bilhões para este mercado.
Dentre os principais benefícios desse tipo de tecnologia, estão:
- a possibilidade da expansão da energia solar e eólica,
- ampliação e solidificação de fontes muito mais interessantes do ponto de vista ambiental, podendo ser utilizadas sem desperdício,
- possibilidade de um suprimento energético mais estável e contínuo.
Como funcionam as tecnologias de armazenamento?
Grande parte das tecnologias de armazenamento difundidas no país são as baterias de íons de lítio, mas, já é possível perceber novas alternativas surgindo.
Baterias (chamadas BESS)
Responsáveis por mais de 90% da capacidade instalada das tecnologias emergentes no país, especialmente integradas à geração solar distribuída e uso industrial/comercial.
Gás natural e hidrogênio
O armazenamento estratégico via gás natural apoia térmicas flexíveis. Já o Hidrogênio verde (produzido com renováveis) se destaca como promissor, sendo uma solução de armazenamento com estímulos recentes no Brasil.
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