5 mitos sobre a Geração Distribuída (GD) que ainda confundem consumidores
Geração Distribuida - 05/03/2026
Prime Energy

A instituição da Geração Distribuída (GD) no Brasil, sem dúvidas, foi um ponto decisor para a ampliação de soluções em economia de energia no país.
Ela estabelece o modelo em que a energia seja gerada em locais diferentes dos centros de consumo, geralmente por fontes renováveis (como usinas solares), permitindo que consumidores usem créditos de energia conforme a legislação da Lei 14.300/2022, que regula todas as modalidades da GD.
No entanto, por envolver modalidades diferentes, muitas vezes as informações se transformam de dúvidas para equívocos e mal-entendidos muito comuns associados ao contexto de Geração Distribuída (GD). Dentre eles, estão certos equívocos sobre o serviço de Energia por Assinatura, que também participa do universo das dúvidas sobre a Geração Distribuída.
Abaixo, listaremos os 5 mitos principais sobre a geração distribuída que também se relacionam com dúvidas do universo do serviço de Energia por Assinatura. Em seguida, explicaremos as informações corretas para que você entenda e registre de forma clara e simples as diferenças e benefícios da solução. Vamos lá:
Vou deixar de usar a distribuidora e ficar somente com a usina solar (Falso)
Mesmo aderindo à Energia por Assinatura, você continua recebendo energia física da distribuidora. O que a usina entrega são créditos de energia, compensados na sua fatura.
O modelo de Energia por Assinatura opera dentro do Sistema de Compensação de Energia Elétrica (SCEE), no qual o excedente gerado pela usina é injetado na rede e transforma-se em créditos que reduzem a fatura do consorciado/associado, a depender do modelo aderido (aqui, na Prime Energy, a adesão a Energia por Assinatura é feita por meio de consórcio).
Além disso, a própria Lei 14.300/2022 reforça que toda GD depende da infraestrutura da distribuidora, já que ela é quem opera a rede à qual as usinas e consumidores estão conectados, inclusive com tarifas associadas ao uso da rede.
Energia por Assinatura dá 100% de desconto na conta de luz (Equívoco)
Talvez este seja o equívoco mais frequente desse tipo de alternativa. O modelo de Energia por Assinatura gera economia, mas não elimina a conta de luz. E isso se dá por um motivo simlpes: certos componentes da fatura não podem ser compensados com créditos.
Entre eles estão:
- Tarifa mínima da distribuidora
- Encargos e impostos
- Tarifas relacionadas à infraestrutura, conforme a Lei 14.300.
Além disso, a lógica da economia deste serviço está relacionada a um percentual de desconto sobre os custos advindos do consumo da energia. Esse percentual poderá variar de acordo com a região da distribuidora, além da realidade de consumo daquele perfil.
Para fazer comparações de economia, você deve sempre observar o seu consumo como referencial. Você pode observar o valor da sua conta de luz a partir da adesão a Energia por Assinatura e comparar com o valor que seria pago caso ainda utilizasse o modelo tradicional de consumo (diretamente com a distribuidora). Assim, você verá efetivamente o quanto a solução está permitindo sua empresa economizar.
Qualquer empresa pode assinar energia de qualquer usina em qualquer lugar (Falso)
Para participar de um projeto de geração compartilhada, incluindo Energia por Assinatura, é obrigatório estar na mesma área de concessão da distribuidora da usina. Isso ocorre porque a compensação de créditos só funciona dentro do mesmo sistema operacional da distribuidora que atende aquele território.
Portanto:
- Se a usina está na área da Enel SP, o consorciado também precisa estar nessa área.
- Uma usina no interior de MG, por exemplo, não pode compensar créditos para consorciados de Goiás.
Por isso, se atente as especificidades da concessionária que atende a sua região.
Ao assinar energia, eu me torno dono da usina (Equívoco)
No modelo de energia por assinatura (enquanto modelo geral praticado no mercado), você não compra a usina e nem se torna coproprietário. O que ocorre é: adquire uma cota como um serviço contínuo, recebendo créditos gerados por essa parcela da usina.
Lembramos ainda que existem outros formatos. Os modelos de geração compartilhada previstos na Lei 14.300 (cooperativas, consórcios, associações e condomínios) podem ou não envolver propriedade, mas no caso da energia por assinatura (enquanto modelo geral praticado no mercado) em geral não envolve posse da infraestrutura física.
Se a usina tiver um problema, vou ficar sem luz (Falso)
Esse também é um dos equívocos mais recorrentes do serviço, e ele é falso porque:
- O fornecimento de energia não depende diretamente da usina de GD. A energia que chega até você sempre vem da distribuidora, independentemente da performance da usina remota.
Se a usina gerar menos, o que muda é apenas a quantidade de créditos que você recebe naquele ciclo de faturamento.
Mas, a luz continua funcionando normalmente, porque quem mantém o fornecimento é a distribuidora, não a usina compartilhada.
Se você compreendeu 5 dos principais mitos relacionados à Energia por Assinatura no contexto da Geração Distribuída e quer entender mais sobre os benefícios diretos da solução, clique no banner abaixo e realize uma simulação conosco.
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