Como boas práticas de gestão hoteleira se conectam com a energia elétrica? Conheça nosso case com o Hotel Villa Rossa
03/09/2026
Prime Energy

O setor de hotelaria no Brasil tem demonstrado uma tendência crescente em buscar autonomia sobre seus gastos energéticos. Mas, a motivação por trás dessa busca nem sempre é somente a economia.
O perfil dos viajantes e a crescente do turismo ambientalmente responsável também possibilitou a diversificação de boas práticas de gestão hoteleira, como a adoção de energias renováveis, o descarte correto de matéria orgânica, entre outras ações.
E é pela alta necessidade da energia elétrica nesse tipo negócio, que a gestão inteligente da energia está em uma posição central e estratégica para as boas práticas de gestão hoteleira, já que alia previsibilidade orçamentária, economia e uma participação concreta em práticas ambientalmente responsáveis.
Com mais de 40 clientes do setor hoteleiro atendidos, que somam 56 unidades consumidoras distribuídas nacionalmente, aqui na Prime Energy consideramos que a demanda por soluções de gestão inteligente da energia deve permanecer em alta nos próximos anos, especialmente entre hotéis de menor porte e empreendimentos em expansão, acompanhando a profissionalização da gestão energética no setor.
💡Ao longo deste texto, serão apresentadas ações práticas de gestão energética voltadas ao segmento de hotéis, pousadas e hospedagens, além de um caso real que demonstra como nossas soluções podem auxiliar consumidores desse setor a alcançarem resultados significativos de economia por meio de decisões estratégicas e soluções adequadas à sua realidade.
Quais são as medidas mais eficazes para reduzir o consumo energético em hotéis?
Para nossos analistas de projetos, não existe uma solução única. Os melhores resultados vêm da combinação entre uma estratégia inteligente de contratação de energia e ações de eficiência operacional.
Do lado estratégico, modelos como o Mercado Livre de Energia e a energia por assinatura podem reduzir custos, trazer mais previsibilidade para a conta de energia e ampliar o acesso a fontes renováveis, sem a necessidade de investimentos elevados em infraestrutura própria.
Na operação, medidas como automação predial, modernização dos sistemas de climatização, iluminação LED e manutenção preventiva ajudam a eliminar desperdícios e aumentar a eficiência. A capacitação das equipes também é importante para consolidar uma cultura de uso consciente dos recursos.
Mas, antes de qualquer decisão, o ideal é realizar um diagnóstico energético do empreendimento. Esse estudo identifica os principais gargalos de consumo e orienta os investimentos com maior potencial de retorno.
Qual seria a principal recomendação para um gestor hoteleiro que deseja começar hoje uma jornada de redução dos custos energéticos?
O ponto de partida deve ser um diagnóstico claro do perfil de consumo energético do hotel, identificando onde estão os principais vetores de gasto. A partir disso, a recomendação é atuar em duas frentes simultâneas: eficiência operacional imediata e revisão da estratégia de contratação de energia.
Isso significa corrigir desperdícios mais evidentes na operação e, ao mesmo tempo, avaliar modelos mais modernos de compra de energia, como o Mercado Livre de Energia ou a geração distribuída, que podem gerar ganhos relevantes de custo e previsibilidade.
Que erros os hotéis mais cometem quando tentam reduzir o consumo de energia?
O erro mais comum é tratar eficiência energética como um conjunto de ações isoladas, sem integração com gestão e sem continuidade no tempo. Outro ponto recorrente é concentrar esforços em iniciativas de menor impacto, enquanto os principais vetores de consumo, como climatização, não são abordados de forma estruturada.
Também é frequente a ausência de métricas e monitoramento, o que impede a mensuração de resultados e a correção de desvios operacionais. Por fim, nossos analistas apontam que ainda há uma visão excessivamente tática do tema: quando o mais eficaz é tratá-lo como parte da estratégia de competitividade e controle de custos do negócio.
Como ajudamos o Hotel Villa Rossa a economizar mais de 1,3 milhão?

A trajetória do resort no ambiente de contratação livre com a Prime Energy começou em fevereiro de 2020. Desde então, a gestão estratégica do insumo deixou de ser uma pauta meramente técnica para se tornar um pilar de sustentabilidade financeira do empreendimento. Confira matéria publicada em veículos do setor.
Com a atuação da Prime Energy a partir da comercialização varejista, o hotel passou a contar com uma visão estratégica em que a consultoria e a previsibilidade atuam juntas na busca de uma gestão de energia mais eficiente. Para o gerente de Manutenção do Hotel Villa Rossa, Lucas Silveira, a escolha pelo mercado livre transcende a redução de gastos, impactando diretamente a qualidade do produto final oferecido ao mercado.
“A gestão inteligente da energia nos permite reduzir custos de forma sustentável e direcionar investimentos para o que realmente impacta a experiência do hóspede: a excelência dos serviços, o conforto, a qualidade da infraestrutura e a realização de eventos em alto padrão. Dessa forma, fortalecemos nosso desempenho operacional e agregamos ainda mais valor à experiência final de quem escolhe se hospedar no Villa”.
Em fevereiro deste ano, o Hotel Villa Rossa, localizado em São Roque (SP), anunciou a expansão de sua operação no Mercado Livre de Energia com a migração de uma nova unidade consumidora. O movimento foi realizado em parceria com o time da Prime Energy, e tem projetado uma economia anual superior a R$ 20 mil nesta nova fase, somando-se a um histórico de R$ 1,3 milhão poupados desde 2020. Para o segmento de luxo e eventos, onde o custo fixo de manutenção e climatização é elevado, a migração funciona como uma alavanca para reinvestimentos.
Se você quer saber mais sobre o Mercado Livre de Energia, clique aqui.
Crescimento da Energia por Assinatura
Além da expansão no Mercado Livre de Energia, o modelo de energia por assinatura via geração distribuída (GD) solar também apresentou um crescimento expressivo de 50% no portfólio da nossa empresa. Atualmente, 31 unidades hoteleiras, concentradas principalmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, utilizam créditos de energia provenientes de usinas solares compartilhadas.
Esse formato é ideal para hotéis que desejam adotar fontes renováveis sem a necessidade de realizar investimentos vultuosos em infraestrutura própria, como a instalação de painéis fotovoltaicos, garantindo descontos imediatos na fatura de luz e reforçando o compromisso ambiental das empresas.
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Valorização das renováveis e diferencial competitivo
A adoção de certificados internacionais de energia renovável (I-REC) é outra frente interessante para hotéis e outros modelos de negócio semelhantes. Esses certificados atestam que a energia consumida é proveniente de fontes renováveis, um diferencial competitivo importante para o setor.
Afinal, a energia deixou de ser apenas uma despesa operacional para se tornar uma variável estratégica da gestão hoteleira. Hoje, investidores, certificações internacionais e até plataformas de reservas valorizam operações com energia limpa certificada.
As ações, nesse sentido, podem posicionar a marca hoteleira de forma positiva frente a um público consumidor cada vez mais consciente e exigente em relação às práticas de responsabilidade corporativa.
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