Agosto de bandeira amarela: como os impactos previstos para o mês são sentidos na prática?

Conteúdos - 07/08/2026

Prime Energy
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Agosto começou e a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) já anunciou que a bandeira tarifária para o mês será amarela.

 

Para os consumidores cativos (mercado regulado), o impacto é que serão acrescidos em R$ 18,85 para cada MWh consumidos. Já consumidores que estão no Mercado Livre de Energia não participam do sistema de Bandeiras Tarifárias, e, portanto, não sofrem esse impacto.

Nesse cenário, os consumidores se perguntam: na prática, minha conta de luz subirá muito?

 

A resposta depende do seu consumo. Em geral, quanto maior o consumo, maior a sensibilidade no aumento de preços.

 

Afinal, a bandeira amarela funciona como um sinal de alerta para os custos de geração de energia. E, na prática, mesmo um acréscimo de alguns reais por mês pode fazer diferença ao longo do tempo. É como um pequeno aumento recorrente: isoladamente parece pouco, mas, acumulado durante o ano, representa um valor relevante para famílias e empresas.

 

Entenda o sistema de bandeiras tarifárias na prática

O Sistema de Bandeiras Tarifárias foi implantado em 1º de janeiro de 2015 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). Seu objetivo é informar aos consumidores, de forma mais transparente, o custo real da geração de energia elétrica em cada mês.

 

Antes da criação do sistema, os custos extras de geração, como o acionamento de usinas termelétricas em períodos de seca, só eram repassados aos consumidores nos reajustes tarifários posteriores. Com as bandeiras, esses custos passaram a ser sinalizados mês a mês por meio das cores verde, amarela e vermelha.

 

Confira alguns exemplos básicos e hipotéticos baseados em valores aproximados, que podem ajudar a ilustrar o aumento:

 

  • 🥖Padaria | Consumo médio de 2 mil kWh

Uma padaria familiar que consome 2.000 kWh por mês, por exemplo, pode sentir em agosto um acréscimo de aproximadamente R$ 38 na conta de energia com a bandeira amarela. Se a conta era de R$ 2.000, passaria para cerca de R$ 2.038.

 

  • 💊 Grupo de Farmácias | Consumo médio de 30 mil kWh

Já um grupo de farmácias com consumo consolidado de 30.000 kWh mensais veria a fatura subir em aproximadamente R$ 564. Nesse caso, uma conta de R$ 30 mil passaria para cerca de R$ 30.564.

 

  • 🍊Fazenda agro | Consumo médio de 100 mil kWh

Em uma fazenda agroindustrial com alto uso de irrigação, refrigeração e equipamentos elétricos, consumindo 100.000 kWh por mês, o impacto seria de cerca de R$ 1.880. Assim, em agosto, uma conta de R$ 100 mil poderia aumentar para aproximadamente R$ 101.880.

 

Os exemplos aproximados e hipotéticos mostram que, embora o valor adicional por unidade consumida seja o mesmo para todos os consumidores, o efeito financeiro cresce proporcionalmente ao volume de energia utilizado, tornando-se cada vez mais expressivo para operações de maior porte.

 

Como fica a bandeira para os próximos meses?

Em geral, não é possível ter certeza sobre qual bandeira tarifária estará em vigor nos próximos meses, já que a ANEEL realiza os comunicados mês a mês.

 

No entanto, a partir de estudos sobre os níveis dos reservatórios, a previsão de chuvas, o risco hidrológico e a necessidade de acionamento de usinas termelétricas, é possível realizar algumas projeções a respeito desse aumento.

 

Aqui na Prime Energy, nosso time de especialistas realiza uma análise projetada nesses elementos, e os resultados podem ser conferidos na imagem abaixo.

 

O que posso fazer para diminuir esses efeitos na minha conta de luz?

Adotar modelos de economia como a Energia por Assinatura.

 

A energia por assinatura é um modelo de negócio em que você pode adquirir a elétrica gerada por diferentes meios, que podem ser por painéis solares, biomassa, entre outras fontes renováveis. Essa energia é injetada na rede elétrica seguindo as diretrizes de compensação, e assim, os consumidores ligados às usinas, recebem um desconto relacionado a esse tipo de geração. Entenda o serviço de forma aprofundada aqui.

 Entenda o modelo efertado pela Prime Energy

No modelo de Energia por Assinatura da Shell Energy, o consorciado pode chegar a uma redução de até 25% da sua conta de luz. Essa porcentagem representa a quantidade de economia que ele receberá diretamente na fatura emitida por sua distribuidora, calculada a partir de uma fórmula matemática auditável considerando dois pontos: a compensação de créditos e a não incidência de bandeiras tarifárias.

 

Funciona assim: para todo o kWh compensado na fatura e gerado pela usina o consorciado pagará 17% menos do que ele pagaria para a distribuidora. Além disso, a economia pode chegar a até 25% a depender da bandeira tarifária, já que isentamos o consorciado desse custo adicional.